Conheça as Taças Adequadas Para Cada Vinho

12/02/2019


CONHEÇA AS TAÇAS ADEQUADAS PARA CADA VINHO

Saiba que taça combina com cada variedade de vinho

 

 

Tanto para quem está iniciando no mundo dos vinhos, como para quem já é experiente, a escolha das taças pode ser um desafio. Neste artigo você vai saber quais os diferentes tipos de taças e para quais vinhos são mais adequadas.

É importante entender os motivos para que existam diferentes tipos de taças. Os formatos e tamanhos foram pesquisados e desenvolvidos para auxiliar a chegada do vinho à boca. Assim a taça ajuda a destacar o aroma e sabor de cada variedade. Hoje é possível encontrar no mercado especializado centenas de modelos para vinhos e espumantes. Mas o enófilo não precisa ter todas. Segundo especialistas com pelo menos 4 modelos você já vai estar bem preparado para apreciar um bom vinho. Confira:

 

VINHO TINTO - Você já deve ter ouvido que o vinho precisa respirar na taça. E isso é verdade, principalmente se tratando de vinho tinto. Ao girar a taça quebramos as moléculas do líquido, que entram em contato com o ar e liberam grandes concentrações de aromas. Lembre-se de encher a taça até um terço apenas, assim o vinho pode girar e liberar o aroma. Dois tipos são as mais indicadas.

Taça bordeaux - Essa taça tem como característica o bojo grande e a borda estreita. Isso faz dela a taça ideal para saborear vinhos encorpados como o Cabernet Sauvignon. O bojo grande permite o contato com o ar e a borda estreita minimiza a dispersão do aroma.

Taça Borgonha - Com bojo grande e de boca mais larga permite a entrada do ar, liberando o buquê mais rápido. A taça borgonha é indicada para vinhos de aromas complexos e concentrados como o pinot noir.

Sugestão: Separe a sua taça bordeaux para saborear um Viu Manent ou Nederburg Winemaster. Para degustar um vinho pinot noir como o Trapi Del Bueno escolha a taça borgonha e aproveite.

 

VINHO BRANCO - O vinho branco deve ser consumido em temperaturas mais baixas do que o tinto. Por esse motivo a taça é menor, evitando troca de calor com o ambiente. Outra diferença é o formato. A boca estreita permite que o vinho chegue por igual às áreas que sentem o doce e a acidez na língua. Assim as notas de frutas, tão característica dos vinhos brancos, são realçadas.

Sugestão: Tenha uma taça pequena e estreita para degustar um Marquês de Borba ou um Messias Barrada.

 

ESPUMANTE - A taça recomendada é a flûte, ou flauta, nome dado devido ao seu formato alongado e estreito. Seu desenho é pensado para que as borbulhas sejam apreciadas. Outro motivo é que a boca estreita controla o fluxo acima da língua, permitindo a apreciação do equilíbrio entre a acidez e a profundidade.

Sugestão: Prepare sua taça flauta para saborear um Charlotte Brut Branco ou então um Lambrusco Villa Fabrizia. Saúde!

 

Duas últimas dicas sobre taças. Lave-as muito bem com água morna e pouco detergente. E enxágue bem para não haver interferência no sabor, aroma e aspecto do vinho. Sempre  guarde-as em local livre de odores.

E quando for saborear um bom vinho, lembre-se de segurar a taça pela haste. Ela existe para que o calor de nossa mão não afete o vinho e para não deixarmos marcas de dedos no bojo.

 



Quais as Regiões Vinícolas da Espanha

21/03/2018


 

Ah, os vinhos espanhóis! Alguns tintos envelhecidos (Crianza, Reserva e Gran Reserva), particularmente os Marqueses (Marqués de Riscal, Marqués de Arienzo, Marqués de Murrieta, etc) são muito conhecidos e, juntamente com outros vinhos da Rioja pertencem à elite dos vinhos espanhóis.Localizada no norte da Espanha, compreende a região do vale do rio Ebro, entre as cidades de Haro, a oeste, Logroño, no centro e Altaro, a leste, e está próxima de Vitoria, a capital do País Basco.

Com solo pouco comum - denominado licorella - e baixo índice pluviométrico, as videiras têm baixa produção, com frutas muito concentradas, característica que se reflete nos vinhos, que costumam apresentar coloração tinta profunda, com taninos muito finos e ótima textura, além de fruta exuberante e suculenta acompanhada por gostosa acidez e muita elegância.

Com 62 regiões vinícolas registradas, a Espanha pode ser dividia em 6 macro-regiões: Noroeste, que abrange as regiões de Rías Baixas e Bierzo que sofrem a influência mediterrânea originando vinhos mais ácidos e frescos; Vale do Rio Duero, que abriga regiões de prestígio mundial, como Ribera del Duero, Toro e Rueda; Rio Ebro, onde localiza-se a região que dá vida aos mais conhecidos vinhos espanhóis: Rioja; Costa Mediterrânea, lugar onde situa-se Priorato, Montsant, Penedès e Jumilla; Meseta Central, vasta extensão próxima à Madrid que suporta clima continental mais extremo; e Andaluzia, conhecida pela produção do gentleman espanhol: Jerez.

Se as últimas décadas do século XIX foram ponto de partida da moderna historia dos vinhos de Rioja, graças ao nascimento de uma incipiente industria bodeguera e ao aperfeiçoamento das técnicas de elaboração, a década premiada com a mítica colheita de 1970 significaria uma autêntica revolução das estruturas produtivas e comercializadoras, que conduziria os vinhos de Rioja a sua indiscutivel liderança entre os vinhos de qualidade espanhois.

Desde a década de 1990, porém, a indústria vitivinícola espanhola tem passado por profundas transformações - maiores do que todas as ocorridas nos séculos anteriores - e considerável processo de modernização, que não se limitou apenas ao campo, mas também incluiu toda a regulamentação do setor e hoje país é berço de alguns dos mais prestigiosos vinhos do mundo.

 



A História dos Vinhos Italianos

21/03/2018


A História dos Vinhos Italianos

A história dos vinhos na Itália remonta da Pré História; sementes de uvas e sedimentos de vinho foram encontrados em sítios arqueológicos datados de 1.200 a.C. Suas ilhas do sul e terras do norte, que na antiguidade clássica receberam visitas de tribos bárbaras e mercadores de todas as partes da Europa e África, absorveram influências culturais de cada um destes povos, mas são, sem dúvida, os romanos que arraigaram valor do vinho no subconsciente coletivo do país. Enquanto outras partes do território que, no futuro viria a se transformar na famosa bota, recebiam influências vinícolas de gregos e etruscos, os romanos que se estabeleceram em territórios da Itália desenvolveram muitas das técnicas que são ainda usadas não apenas no país como também ao redor do mundo até os dias de hoje: maturação e envelhecimento, conservação em barris de carvalho e escolha de variedades cultivadas conforme território em que melhor estas se desenvolviam, são parte do legado deixado pelo Império Romano a Itália, e repassada às demais regiões produtoras de vinho no mundo com passar dos séculos.

Dentro da Denominazione Di Origene Controllata, criada em 1963, a Itália possui mais de 300 regiões vinícolas delimitadas, entre as quais aparecem vinhos Novello, vinhos Vecchio, vinhos Clássicos, vinhos Superiore, vinhos Riserva, vinho Spumante, vinho Frizzante, vinho Secco, vinho Abbocado, vinho Amabile, vinho Dolce, vinho Liquoroso, vinho Passito e vinho Ripasso.

Os vinhos especiais compreendem os licorosos, aqueles de elevado teor alcoólico, provenientes de mostos cuja fermentação foi interrompida por adição de aguardente vínica ou de álcool vínico; os doces de mesa, de teor alcoólico igual ou inferior a 14°; os espumantes naturais, cuja efervescência resulta de uma segunda fermentação alcoólica em garrafa ou outro recipiente fechado, produzida por processos tecnológicos clássicos; e os espumantes gaseificados, cuja efervescência é produzida por adição de gás carbônico puro, com aparelhagem adequada.

Esta diversidade de solos e territórios entrega uma variedade de estilos de vinho (espumantes, brancos, tintos, doces) com diferentes tipos de uva (as internacionais chardonnay, syrah, merlot e as nativas, carricante, moscato bianco, nero d'avola, frappato, nerello mascalese) que enriquecem a experiência do vinho da Sicília e quebra este carimbo global que marcou início da Planeta.

Nesta extensa área da Itália Central se encontram algumas das mais importantes denominações de origem do país, ou seja, DOC- Denominazione di Origene Controllata e DOCG -Denominazione di Origene Controllata e Garantita, que são os termos usados para designar áreas demarcadas para a produção de vinhos muito apreciados por uma legião de fãs em todo mundo.

 



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