Como Conservar os seus vinhos?

15/12/2017


Como conservar os Vinhos:

 

Desfrutar de um boa garrafa de vinho não depende apenas da escolha acertada da marca ou do ano de colheita, mas também depende, e muito, da forma como se armazena o vinho. O local, a posição e a temperatura são todos elementos que se devem ter em conta na hora de armazenar corretamente as suas garrafas de vinho.

Local:

O local escolhido para armazenar vinho deve ser escuro, ou seja, protegido de luz solar direta e até da iluminação artificial, nomeadamente as luzes fluorescentes – a exposição contínua a qualquer tipo de luz direta pode penetrar a garrafa e alterar significativamente o sabor e o aroma do vinho. Os vinhos brancos são mais sensíveis à luz do que os vinhos tintos, no entanto, ambos devem ser resguardados: se não tiver uma adega, uma despensa ou um armário fechado, guarde as garrafas numa caixa ou tape-as com um pano. Evite guardar garrafas de vinho junto de fontes de calor (em cima do frigorífico ou junto do mesmo, por exemplo) e nunca em conjunto com alimentos ou produtos com aromas fortes. Os frigoríficos garrafeiras (ou caves de vinhos) são também uma excelente opção para armazenar apropriadamente garrafas de vinho.

 

Temperatura:

O local onde armazena o vinho nunca deve atingir a temperatura máxima de 24ºC, uma vez que a esta temperatura o vinho começa a oxidar, acabando por se estragar por completo. A temperatura ideal para guardar vinho são 12ºC, mas se essa temperatura baixar, não irá prejudicar o vinho – apenas irá retardar o processo de envelhecimento do vinho. O armazenamento adequado do vinho também tem de ter em conta uma temperatura o mais constante possível e se existirem flutuações estas devem ser graduais. Embora o vinho tinto seja mais suscetível às flutuações de temperatura do que o vinho branco, a verdade é que quanto mais flutuar a temperatura, maior o risco do vinho envelhecer prematuramente. Por isso mesmo, a temperatura no local de armazenamento do vinho não deve flutuar mais de 1.6ºC num dia e 2.7ºC num ano.

 

Humidade:

 

A humidade é outro fator que pode influenciar, negativamente, uma garrafa de vinho – se o nível de humidade estiver muito baixo, as rolhas vão secar e mingar, o que permite a entrada de oxigénio na garrafa e a consequente oxidação do vinho. Nesse sentido, o nível de humidade ideal situa-se entre os 65% e os 75%.

 

Posição:

 

Em termos de posição, a forma mais apropriada para armazenar garrafas de vinho é horizontalmente. Porquê? Porque ao manter as garrafas deitadas, as rolhas irão estar em contato permanente com o vinho, mantendo-as húmidas e intactas, o que inibe a entrada de oxigénio. O oxigénio rapidamente oxida um vinho, estragando a sua cor, aroma e paladar – algo que pode facilmente acontecer quando as garrafas são guardadas muito tempo na posição vertical.

 

Tempo:

 

Nem todos os vinhos melhoram com o tempo, o que significa que praticamente todos os vinhos têm um prazo de validade que deve ser respeitado, se não quer acabar por deitar o vinho fora. A maioria dos vinhos tintos pode ser armazenada entre 2 e 10 anos; já os vinhos brancos têm uma esperança de vida menor, entre 2 e 3 anos.

 

Envelhecimento nas garrafas:

As condições de armazenagem ou guarda do vinho são muito importantes, visto que o vinho é um organismo vivo: nasce, evolui e morre. A famosa máxima "quanto mais velho o vinho, melhor" é um erro. Sendo o vinho um organismo vivo, ele tem, então, um ciclo de existência.  Os vinhos chamados de guarda são os que evoluem com o tempo atingindo seu ápice, sua maturidade. Depois, entram em declínio até chegar à morte. Esse período varia de vinho para vinho, de garrafa para garrafa. Hoje, a maioria dos vinhos é para consumo rápido, não necessitando de guarda. Entretanto, para saber se o vinho deve ser guardado, é preciso ter informações sobre safra e a vinícola. Atualmente as Enotecas, os bons revendedores de vinhos e até mesmo os grandes supermercados podem dar essas informações ao cliente, com seus sommeliers, ou então o próprio comprador pode pesquisar sobre safras e grandes produtores, através de livros, da mídia escrita e até dos tantos sites e blogs de vinho como o nosso.

 

 



Benefícios do vinho para a Saúde

15/12/2017


Benefícios do vinho para a saúde

 

     Uma das bebidas mais antigas do mundo, até hoje o vinho é objeto de estudos, mas a uma conclusão já se chegou: quando ingerido com parcimônia, de fato traz benefícios à saúde.

 

Quanto ingerir?

 

      Para que os benefícios não se transformem em danos, seja comedido. A quantidade recomendada estabeleceu-se da seguinte forma: para suco, aproximadamente 400 ml por dia. Para vinho, atualmente se defende que os benefícios já podem ser garantidos com o consumo de uma taça (aproximadamente 100 ml) , mas são recomendadas duas por dia, sempre junto com as refeições.

 

     Outro benefício do vinho tinto não mencionado no estudo acima é que se consumido com uma refeição, pode reduzir e moderar a resposta do açúcar no sangue que você recebe com a comida. Este é mais um benefício que mantém seus hormônios equilibrados, controla os níveis de insulina, controla o apetite e te ajuda a ficar magro!

Como você pode ver, há uma abundância de razões para você tomar uma taça de vinho tinto em suas refeições e brindar à sua saúde e felicidade!

 

      O Vinho Tinto é uma fonte rica de um polifenol chamado resveratrol, que atua como um antioxidante. Ele protege as células do organismo contra danos e afasta doenças crônicas. Estes antioxidantes desempenham um papel importante na prevenção do câncer, incluindo o cancro colorretal e do pulmão.



Principais Produtores de Vinho do mundo

29/11/2016


     Você sabe a onde são produzidos os principais vinhos no mundo? Na produção de vinhos a uma certa divisão entre a produção, nas quais se tem os países com maior tempo de produção e tradição( Europa) e os que vem produzindo vinhos ao longo de seu desenvolvimento durante os anos ( Novo Mundo), cada região tem as suas peculiaridades com relação as vinhos produzidos.

 

Velho Mundo

França- Destaca-se por apresentar os vinhos da melhor qualidade do mundo pelo seu terroir e clima propicio para criação de vinhedos não singulares, sendo também o berço de regiões emblemáticas como Bordeaux, Rhône e as regiões do sul perto do mar mediterrâneo.

Itália- Sua marca está na grande diversidade de vinhos entre os quais se pode-se destacar os Chianti, Brunello di montlacino, Barolos e Proseccos. Piemonte e Veneto estão entre as pricipais regiões produtoras do país.

Portugal- Terra dos famosos vinhos fortificados conhecidos como “vinhos do Porto”. O país tem grande tradição e competitividade no mercado de vinhos. Entre as regiões de mair produção estão o Douro, Minho, Dão e Alentejo.

Espanha- Tem em sua produção vinhos com características bastante variadas de acordo com o terroir em que se encontra. De maneira geral, os Tempranillos são melhores adaptados ao clima espanhol. Sua regiões de maior produção são Rioja, Penedés e Catilla y León produzindo vinhos de ótima acidez, com excelente qualidade.

 

Novo Mundo

 

África do Sul- A maior parte dos vinhos produzidos no país é feito por grandes cooperativas. No entanto, os melhores vinhos provém de várias pequenas propriedades particulares, sendo em sua maioria brancos. Stellenbosch é a região vitivinícola de maior prestígio, produzindo anualmente cerca de dez milhões de hectolitros de vinho.

Nova Zelândia- Com mais de 500 vinícolas no país, a casta de destaque é o seu ótimo savignon blanc bem aromatizado e fresco, e também outros vinhos brancos bem adaptados ao clima ganham destaque. A produção do país se divide em duas ilhas, a do norte e a do sul.

Brasil- O Brasil vem conquistando o seu espaço com uma produção bem elevado nos últimos anos e produzindo vinhos de maior qualidade, devido ao investimento na indústria. Sua produção de maior destaque está nos vinhos brancos em especial o Chardonnay e nos espumantes cada vez mais premiados. A principal região produtora é a serra gaúcha mas a campanha também vem ganhando mercado interno.

Austrália- Hoje na Austrália existem cerca de 800 vinícolas, porém apenas quatro grandes companhias vinícolas respondem por cerca de 80% dos vinho produzidos. Devido ao uso de alta tecnologia e grande conhecimento de métodos diversificados seus vinhos vem ganhando destaque nos últimos anos em especial o Shiraz produzido na região.

Uruguai- Destaca-se pelo seu bem encorpado Tannat, mas a sua produção de vinhos em geral ocorre na sua maioria em vinícolas boutique na região de Maldonado. O país vem ganhando bastante competitividade com vinhos bastante únicos.

Estados Unidos- 90% dos seus vinhedos estão concentrados na Califórnia com destaque para a região de Napa Velley. Os EUA possuem um grande mercado interno de consumo visto que seus vinhos não são tão conhecidos no Brasil. Com relação as castas produzidas ganham destaque o Cabernet Sauvginon e Pinot Noir

Argentina- País do emblemático Malber e maior consumidor de vinhos da américa do sul, a Argentina é um dos produtores mais tradicionais de vinhos no mundo com 70% de sua produção ocorrendo na região de Mendoza aos pés dos Andes.

Chile-  Principal rival da argentina na produção e maior exportador do continente, o Chile investiu pesado da produção de bons vinhos a partir dos anos 80,  sendo beneficiado pela proteção dos Andes evitando assim a entrada de muitas pragas nos seus vinhedos.  Suas principais castas são o Carménere e o Merlot.



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