Benefícios do vinho para a Saúde

15/12/2017


Benefícios do vinho para a saúde

 

     Uma das bebidas mais antigas do mundo, até hoje o vinho é objeto de estudos, mas a uma conclusão já se chegou: quando ingerido com parcimônia, de fato traz benefícios à saúde.

 

Quanto ingerir?

 

      Para que os benefícios não se transformem em danos, seja comedido. A quantidade recomendada estabeleceu-se da seguinte forma: para suco, aproximadamente 400 ml por dia. Para vinho, atualmente se defende que os benefícios já podem ser garantidos com o consumo de uma taça (aproximadamente 100 ml) , mas são recomendadas duas por dia, sempre junto com as refeições.

 

     Outro benefício do vinho tinto não mencionado no estudo acima é que se consumido com uma refeição, pode reduzir e moderar a resposta do açúcar no sangue que você recebe com a comida. Este é mais um benefício que mantém seus hormônios equilibrados, controla os níveis de insulina, controla o apetite e te ajuda a ficar magro!

Como você pode ver, há uma abundância de razões para você tomar uma taça de vinho tinto em suas refeições e brindar à sua saúde e felicidade!

 

      O Vinho Tinto é uma fonte rica de um polifenol chamado resveratrol, que atua como um antioxidante. Ele protege as células do organismo contra danos e afasta doenças crônicas. Estes antioxidantes desempenham um papel importante na prevenção do câncer, incluindo o cancro colorretal e do pulmão.



Principais Produtores de Vinho do mundo

29/11/2016


     Você sabe a onde são produzidos os principais vinhos no mundo? Na produção de vinhos a uma certa divisão entre a produção, nas quais se tem os países com maior tempo de produção e tradição( Europa) e os que vem produzindo vinhos ao longo de seu desenvolvimento durante os anos ( Novo Mundo), cada região tem as suas peculiaridades com relação as vinhos produzidos.

 

Velho Mundo

França- Destaca-se por apresentar os vinhos da melhor qualidade do mundo pelo seu terroir e clima propicio para criação de vinhedos não singulares, sendo também o berço de regiões emblemáticas como Bordeaux, Rhône e as regiões do sul perto do mar mediterrâneo.

Itália- Sua marca está na grande diversidade de vinhos entre os quais se pode-se destacar os Chianti, Brunello di montlacino, Barolos e Proseccos. Piemonte e Veneto estão entre as pricipais regiões produtoras do país.

Portugal- Terra dos famosos vinhos fortificados conhecidos como “vinhos do Porto”. O país tem grande tradição e competitividade no mercado de vinhos. Entre as regiões de mair produção estão o Douro, Minho, Dão e Alentejo.

Espanha- Tem em sua produção vinhos com características bastante variadas de acordo com o terroir em que se encontra. De maneira geral, os Tempranillos são melhores adaptados ao clima espanhol. Sua regiões de maior produção são Rioja, Penedés e Catilla y León produzindo vinhos de ótima acidez, com excelente qualidade.

 

Novo Mundo

 

África do Sul- A maior parte dos vinhos produzidos no país é feito por grandes cooperativas. No entanto, os melhores vinhos provém de várias pequenas propriedades particulares, sendo em sua maioria brancos. Stellenbosch é a região vitivinícola de maior prestígio, produzindo anualmente cerca de dez milhões de hectolitros de vinho.

Nova Zelândia- Com mais de 500 vinícolas no país, a casta de destaque é o seu ótimo savignon blanc bem aromatizado e fresco, e também outros vinhos brancos bem adaptados ao clima ganham destaque. A produção do país se divide em duas ilhas, a do norte e a do sul.

Brasil- O Brasil vem conquistando o seu espaço com uma produção bem elevado nos últimos anos e produzindo vinhos de maior qualidade, devido ao investimento na indústria. Sua produção de maior destaque está nos vinhos brancos em especial o Chardonnay e nos espumantes cada vez mais premiados. A principal região produtora é a serra gaúcha mas a campanha também vem ganhando mercado interno.

Austrália- Hoje na Austrália existem cerca de 800 vinícolas, porém apenas quatro grandes companhias vinícolas respondem por cerca de 80% dos vinho produzidos. Devido ao uso de alta tecnologia e grande conhecimento de métodos diversificados seus vinhos vem ganhando destaque nos últimos anos em especial o Shiraz produzido na região.

Uruguai- Destaca-se pelo seu bem encorpado Tannat, mas a sua produção de vinhos em geral ocorre na sua maioria em vinícolas boutique na região de Maldonado. O país vem ganhando bastante competitividade com vinhos bastante únicos.

Estados Unidos- 90% dos seus vinhedos estão concentrados na Califórnia com destaque para a região de Napa Velley. Os EUA possuem um grande mercado interno de consumo visto que seus vinhos não são tão conhecidos no Brasil. Com relação as castas produzidas ganham destaque o Cabernet Sauvginon e Pinot Noir

Argentina- País do emblemático Malber e maior consumidor de vinhos da américa do sul, a Argentina é um dos produtores mais tradicionais de vinhos no mundo com 70% de sua produção ocorrendo na região de Mendoza aos pés dos Andes.

Chile-  Principal rival da argentina na produção e maior exportador do continente, o Chile investiu pesado da produção de bons vinhos a partir dos anos 80,  sendo beneficiado pela proteção dos Andes evitando assim a entrada de muitas pragas nos seus vinhedos.  Suas principais castas são o Carménere e o Merlot.



Diferença entre o Carvalho americano e Francês? Quais são?

29/11/2016


Carvalho Americano

A espécie de carvalho mais utilizada nos barris americanos é a Quercus alba, produzida nos Estados Unidos e, em menor escala, na América do Sul. O carvalho americano, que fornece aromas de coco e baunilha, é muito utilizado, também, na Espanha e na Austrália. De granulação espaçada, seria de se esperar que esses fossem barris porosos, mas de fato não são, são muito estanques, permitindo menor oxigenação, e, portanto, um desenvolvimento mais lento do vinho.

Via de regra, os barris americanos custam a metade do preço dos barris franceses, pois o aproveitamento do carvalho no seu processo produtivo é muito maior. Mas, mais do que o preço, a escolha do enólogo baseia-se no objetivo que ele pretende atingir com cada vinho.

Portanto, os tonéis de carvalho francês são os mais apreciados, e, também, mais caros, obtendo vinhos de maior complexidade e aromas. Normalmente o carvalho americano é  mais utilizado em vinhos jovens e o francês para os vinhos que vão para a guarda.

 

Com relação às diferenças entre as barricas do tipo americano e francês, a principal delas é a estrutura da madeira; o carvalho americano é mais compacto e menos poroso que o francês. Desse modo, há uma menor entrada de oxigênio na barrica e o vinho tem um desenvolvimento mais lento. Já com o carvalho francês o vinho evolui mais rapidamente.

 

Os aromas também diferem dependendo da barrica. Com o carvalho francês, o vinho adquire toques de pimenta, cedro, cravo, entre outros, enquanto com o americano são obtidos aromas como de coco e baunilha. Outro detalhe a observar: vinhos de alta gama utilizam barris de 1º e no máximo  2º uso. A partir do 3º uso, a barricas são destinadas à produção de vinho de 2ª linha, 3ª linha… Essas barricas são usadas em média 5 a 7 vezes e depois disso são revendidas a preço de banana para serem reaproveitadas em outras industrias.

 

MAS O QUE MAIS IMPORTA: (Grosso modo) os vinho produzidos em barricas francesas são mais aveludados, macios, enquanto os produzidos em carvalho americano são mais fortes em textura

 

 

 

 

O carvalho europeu

 

A França é o maior produtor de barris de carvalho da Europa, e a espécie de carvalho mais predominante em seus barris é o Quercus robur, de granulação espaçada, capaz de produzir barris mais porosos, que permitem maior oxigenação e fornecem toques de café, manteiga, baunilha, pimenta, cedro, cravo e outras especiarias, dependendo da localização da floresta.

Há ainda mais diferenças que são:

1° o preço. O carvalho francês custa o dobro. Mas e por quê? Simples. Como o carvalho francês não é serrado utiliza-se somente 15% para a tanoaria, isto é, para a feitura dos tonéis. Já o carvalho americano mais de 50%.

2° como não há como serrar a madeira preserva sua integridade, inclusive com o sumo interno que será, aos poucos, absorvido pelo vinho, nos diversos usos.

 

3° Além do que o carvalho francês tem um crescimento linear o ano inteiro, sendo assim se torna linearmente mais poroso, podendo haver mais contanto com o oxigênio, além da maior absorção de seus taninos e aromas pelo vinho.

 

Em países do “Novo Mundo” (Argentina, EUA, Chile, Austrália, Nova Zelândia)infelizmente alguns produtores nada sérios vem colocando no lugar do carvalho o não tão divulgado “no rótulo de jeito nenhum” (CHIPS) nada mais que lascas de carvalho muitas vezes de barricas já muito usadas ou pior ainda pó de serragem que após filtrados nada sobra no vinho, gerando vinhos bem amadeirados uma enganação ao consumidores que estão iniciando no vinho, pois acham que encontraram um vinho de boa qualidade por tem madeira bem perceptível.

A técnica de agregar lascas de carvalho tem outra grande vantagem para a vinícola, ou seja, esconde a falta de qualidade, de concentração e de maturidade das uvas. Uma das principais condições para produzir um grande vinho é colher uvas maduras e sadias.



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